Produtos de beleza ganham força de venda em época de isolamento social

Beleza ganha forca em isolamento social

A pandemia do Covid-19, declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), provocou impactos marcantes sobre as empresas, mas há opções criativas para manter as vendas de produtos e serviços.

Em meio à crise, o consumidor ciente do dever de ficar em casa tem aderido à tendência do “Faça Você Mesmo” e buscado consumir produtos de cosméticos e higiene pessoal voltados para tratamentos de beleza. Estes, muitas vezes, influenciados por personalidades no meio digital.

Os mais de 230 mil influenciadores digitais brasileiros, apontados em artigo divulgado pela Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, precisam ser criativos ao gerar conteúdo para seus seguidores, dentro do universo de suas casas. São inúmeras as possibilidades, desde esfoliação, banho de lua, hidratação capilar, cuidados com as unhas, criação de penteados, até dicas de bronze em casa.

Só no YouTube, a cada minuto são geradas 500 novas horas de conteúdo mundial, e o Brasil ocupa o segundo lugar em tempo de visualização de vídeos on-line, atrás apenas dos EUA.

O Instituto QualiBest aponta ainda que entre os itens mais comprados, a partir da indicação de um digital influencer, estão os produtos de beleza com 52% dessa fatia. Logo depois, empatados com 42% das respostas, vêm os livros, moda e acessórios.

Entender esse mercado é também aproveitar oportunidades em meio à crise. A Cigel Cosméticos conta com um time de 17 influenciadoras digitais, contratadas pelo Brasil, que dão dicas e instruções de uso dos produtos das marcas, fomentando esse desejo pelos mais de 200 itens do mix de produtos. Além disso, ativa anualmente mais de 250 influenciadoras espontâneas com envio de produtos. 

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